Sim, e ele aumenta tanto, que a impressão tida, é a que nem sabemos onde colocá-lo.
Essa dificuldade é maior, quando associada aos custos para se criar aterros sanitários e, a situação torna-se pior quando constatamos que, na maioria das cidades, o lixo é despejado nos conhecidos “lixões” ou terrenos baldios.
Para esse problema, o uso de métodos alternativos de tratamento, como a reciclagem, compostagem ou a incineração, vem sendo estimulados mas, algumas considerações devem ser destacadas:
Para esse problema, o uso de métodos alternativos de tratamento, como a reciclagem, compostagem ou a incineração, vem sendo estimulados mas, algumas considerações devem ser destacadas:
ü A queima do lixo(incineração), além de provocar grandes problemas de poluição, apresenta custos altos, para sua execução.
ü A compostagem é uma maneira fácil e barata de tratar o lixo orgânico.
ü A reciclagem, por sua vez, é vista pelos governos e defensores das causas ambientais, como solução para o lixo inorgânico.
Tecnicamente, é possível recuperar e reutilizar a maior parte dos materiais que, na rotina do dia-a-dia, é jogada fora.
Latas, vidros ou papéis, além de outros tipos de materiais facilmente coletados, estão sendo reciclados em larga escala em muitos países, inclusive no nosso. Embora essas técnicas sejam ainda, processos em estudo e crescimento, não tem se aparentado economicamente como fontes de atrativo para todos os casos acima citados.
Assim, tem nos restado as seguintes alternativas:
ü Evitar produzir lixo,
ü Reaproveitar o que for possível,
ü Reciclar ao máximo.
Uma boa opção para fazermos isso, seria aproveitar melhor tudo o que compramos, reaproveitando também, se possível, as suas embalagens e/ou redescobrir os antigos costumes, como, por exemplo, a volta das garrafas retornáveis (os velhos cascos) ou das sacolas de feira para carregar compras.
Há alguns anos, projetos já estão sendo desenvolvidos nesse sentido, ganhando credibilidade mas, obviamente, por outro lado, “os vilões” também já se anteciparam; quer seja extorquindo o bolso dos consumidores(cobrando “centavos” para a aquisição das sacolas plásticas) e/ou enganando empresários, oferecendo produtos e serviços que eles nunca terão oportunidade de usufruir, como por exemplo, o de colocar o logotipo da empresa nas sacolas por um valor “mínimo”, que eles nunca terão a oportunidade de averiguar.
Sim, a preocupação também deve estar no mundo lixo dos estelionatários. Cuidado!

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