Quando morreu acharam que o homem havia falido, mas ao abrirem seu testamento descobriram que ele ainda tinha muito dinheiro. Keith afirmou em uma entrevista que a fortuna arruinou sua vida e aconselhou as pessoas a não jogarem na loteria para não passarem pelo mesmo problema. Ele comprou tudo o que quis e depois ficou aborrecido, começou a beber, perdeu todos os amigos por não mais acreditar na sinceridade de suas amizades e acabou morrendo do coração.
Pobre (Ou seria rico?) Keith. Comprou todas as coisas que o dinheiro podia comprar e abriu mão de coisas que não tem preço, sua vida perdeu o sentido e ele perdeu até o folego de vida.
A historia me fez lembrar de uma questão apresentada por um antigo professor de matemática. Ele perguntou a classe o que ocorreria se todo o dinheiro do mundo fosse dividido em partes iguais entre todos os moradores do mundo. Foi consenso que o mundo seria muito melhor e o professor corrigiu: Existem pessoas que sabem administrar o dinheiro e pessoas que esbanjam ou gastam equivocadamente. Em pouco tempo tudo voltaria ao lugar e os bons administradores voltariam a ser ricos e os maus administradores voltariam a ser pobres, com pouquíssimas variações na composição das classes no mundo atual.
Engana-se quem pensa que seu principal problema é o pouco dinheiro. Quem não pode ser feliz com pouco, dificilmente poderá ser feliz com muito. Todo mundo precisa de dinheiro suficiente para viver dignamente, mas nem de longe o dinheiro é o principal acesso a felicidade.

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