Quando o assunto é “seguro” ainda apresentamos alguma resistência , devido a falta de conscientização de nossas próprias necessidades, e da má atuação de alguns que se intitulam profissionais do ramo de corretagem. Estes últimos deixaram em nós, uma impressão muito errada.
Ainda hoje, a figura do corretor de seguros é relacionada somente à venda de seguro, pois, em muitos casos, é o banco que liga para o cliente oferecer um seguro residencial, ou é uma empresa de telemarketing tentando convencê-lo sobre as vantagens de um seguro-saúde, sobre a previdência privada, seguro do seu carro, etc.
É um erro se pensar que o corretor de seguros vende seguros.
Quem vende seguros é a seguradora.
O corretor de seguros, é um profissional habilitado na contratação de coberturas de seguros e desse forma, pode adequá-los aos interesses de cada cliente.
O correto portanto, será afirmamos que o corretor de seguros atende exclusivamente aos interesses do contratante da apólice de seguro (o segurado e seus dependentes), administrando esses interesses, junto às Seguradoras.
Sua habilitação profissional, o faz capaz de ser o único a poder consultar as Seguradoras de nosso interesse, na busca a nosso favor, para as melhores condições de cobertura e custos.
Como profissional autônomo e independente, por lei, o corretor de seguros não pode ter qualquer vínculo com a Companhia de Seguros, que não o de intermediação como corretor DA SUA APÓLICE.
Dessa forma, a preocupação sobre esse profissional, deve ser observada sob outros parâmetros, tais como: se ele possui registro junto à SUSEP, seu tempo de experiência dentro do ramo, a extensão de sua carteira de clientes, suas referências, seu nível intelectual e, finalmente, se seus conhecimentos técnicos são suficientes.
Falemos agora um pouco, sobre as Corretora de Seguros:
Há dois tipos de corretoras conhecidas no mercado: as Cativas e as Autônomas.
As Corretoras Cativas; são as montadas por uma Seguradora em particular e, assim sendo, devem a ela, exclusividade na comercialização de seguros.
As Corretoras Autônomas (como a Caminho de Casa Corretora); são livres para comercializar vários tipos de seguros, de diferentes Seguradoras.
Em ambas porém, há a exigência de um perfil ideal, de seus corretores, para que sejam responsáveis e tecnicamente especializados, a fim de estarem aptos a representar legalmente os interesses dos clientes juto às Seguradoras.
Essa exigência se faz necessária, dentre outros motivos, devido a importância na contratação de uma apólice de seguro para os clientes.
Ao contrário do que se pensa, quando essa contratação é feito por intermédio de um serviço de corretagem eficiente, tem o poder de reduzir de forma expressiva, o seu custo final, em cima das seguintes consideraçoes: competência (conhecimento técnico), independência (cotações e condições de pagamento de forma simultânea) e fidelidade (junto ao cliente em um caminho mais seguro onde, em qualquer situação, mormente em casos de sinistro, quando há a necessidade de um atendimento especializado e oportuno, pode oferecer tranqüilidade e segurança).
Mas os corretores recebem para isso? Claro que sim, como qualquer outro profissional! Mas, a diferença maior, está em que o bom corretor, reconhece em seu cliente, antes de mais nada, um amigo adquirido e percebe nessa amizade, o seu maior patrimônio pois será através desse amigo, que receberá a sua remuneração paga pelas Seguradoras, a título de comissão de corretagem.
Com certeza, será na defesa dos interesses dos clientes/amigos, que irá empenhar seu trabalho, questionando as Seguradoras, até a obtenção de uma solução adequada.
Considere a seguinte situação: diante de um quadro de desemprego, como o da atualidade, algum funcionário de banco ou de uma Seguradora, teria coragem de questionar a empresa em que trabalha, para defender os interesses de um cliente segurado?
O corretor de seguros, tem a consciência de que ao efetuar uma transação, ele está assumindo inteiramente a responsabilidade dela e que, a qualquer momento, pode ser convocado a responder sobre essa operação.
Hoje, o corretor deve ser visto como uma fonte de soluções, contra um “mal necessário” (o fazer seguro) para um mercado carente de serviços completos e de boa qualidade pois afinal, quando o assunto é o nosso patrimônio, a saúde de quem amamos e a nossa própria, será o corretor de seguros que fará TODA a diferença!
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