Em um artigo do jornal do Diário do Grande ABC, no mês de abril, mais precisamente, no dia vinte, a colunista Paula Cabrera notificou que funcionários do Hospital Mauá, pertencente ao grupo de Saúde Samcil, fizeram uma manifestação em frente ao edifício da empresa exigindo o pagamento dos salários, atrasados desde o fechamento das portas do hospital, corrido no dia sete.
Nessa data, aproximadamente noventa trabalhadores que prestavam serviços no hospital ficaram sem saber sequer, se seriam demitidos.
Vale lembrar, que a operadora passa por problemas financeiros, com dívida avaliada em R$ 200 milhões tendo a situação agravada, após a morte do fundador e presidente do grupo, Luiz Roberto Silveira Pinto, no início do mês de abril.
Segundo a reportagem, a Samcil passa ainda por direção fiscal, para ver a situação das dívidas - da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e perdeu 90% da rede credenciada.
No ano de 2009 a carteira de clientes da empresa baixou de 710 mil para pouco mais de 264 mil sendo ainda desses, 61 mil moradores da região.
A empresa Ampla Saúde, que pertence ao grupo Amil, é uma das operadoras de saúde mais interessadas em comprar a carteira de clientes desse grupo mas, caso a carteira de clientes da Samcil seja oficialmente vendida para outra operadora, os consumidores poderão migrar para o novo plano sem qualquer tipo de carência, mas estarão sujeitos a cumprir os valores estipulados. Quem estiver perto da data do aniversário de contrato do plano (época em que assinou o acordo), pode migrar para outra operadora sem qualquer problema.
Procurada, a Amil diz não ter informações sobre o assunto. Já a Samcil avisa que segue "executando o projeto de recuperação financeira" e que "a empresa está passando por transição de presidência e diretoria, devendo se manifestar assim que o processo transitório terminar.
Maiores informações, entre em contato com seu corretor de seguros.

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